Crítica: A Dama de Ferro

A História Que Vale Ouro

O filme traz a história de uma mulher extremamente forte, que com pulso firme e determinação soube comandar um país inteiro: Margaret Tatcher.

A história mostra Tatcher já com idade avançada. Uma mulher triste, solitária e confusa, que tem alucinações com o marido que já está morto, numa luta para não enlouquecer. Entre um devaneio e outro, os velhos tempos são relembrados por meio de flashbacks, que nos levam para uma Londres antiga – a atual consegue manter o mesmo charme de outrora, em que a jovem Margaret batalha para ser ouvida num ambiente até então dominado por homens.

Com uma direção impecável, a fotografia e o som fazem com que o espectador se projete nas entranhas daquela personagem. O filme traz Meryl Streep numa atuação que merece o Oscar recebido; a atriz mostra muita sensibilidade e vivencia Margaret desde a idade adulta até os tempos atuais, traduzindo na personagem todo o amadurecimento que o tempo trouxe.

A abordagem política, que poderia confundir os leigos no assunto, se faz clara e, mesmo quem nunca ouviu falar na Dama de Ferro ou no Parlamento Britânico, consegue se localizar na trama.

Resumindo, a história se mostra leve e envolvente, conquistando o público durante todo o tempo e o fazendo refletir sobre a influência das mulheres na nossa sociedade e o machismo que dominou e ainda domina muitos setores da vida contemporânea.

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